3 de abr de 2012

Este texto trata-se de um autêntico desabafo. Desabafo de alguém que ainda não entendeu o desenvolvimento dos últimos acontecimentos. Julga-se muito e, o que é pior, julga-se sem motivação concreta. Concluo, portanto, que o mundo perdeu sua  acepção original e tornou-se habitat de seres que sentem prazer em ver o infortúnio alheio. Sim, prazer. Explico: existem pessoas que somente atingem a sua felicidade plena apreciando a degradação de um outro alguém. Um ato de masoquismo inverso,  uma valorização exagerada de seu autorretrato, interpretem como bem quiserem e compreenderem. Enfim, tais acontecimentos trouxeram algo de útil e conveniente. Através deles pude perceber o quão valioso é um amigo verdadeiro num momento desesperador. Igualmente pode-se observar que não devemos estimar alguém. As pessoas que geralmente são as mais prezadas também são aquelas que puxam o tapete do 'amigo' antes dos demais. Por desespero? Anseio? Medo? Não sei e nem posso especificar neste primeiro instante, contudo, deixaremos o tempo correr  e acalmar os ânimos.
Só resta uma certeza: nada vale centenas de falsos amigos quando se necessita de apoio. É nessas horas que um aliado leal se faz valer por um exército de traidores.


(Perdoem qualquer generalização, conclusão precipitada ou má interpretação)




2 comentários:

  1. Sabe aqueles pessoas que só querem entrar na sua vida e pra ficar bem tem que te fazer mal.
    Mas sabe eu aprendi que tudo tem um motivo. E até essas pessoas que só vem pra machucar profundamente, e machucam mais do que imaginam, talvez, tem um papel importante no desenvolvimento das nossas forças, da evolução do ser.
    http://mundrose.blogspot.com.br/

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  2. Concordo! O essencial da vida é exatamente isso: aprender com tudo, absolutamente tudo. Momentos bons, ruins, tombos e etc, etc, etc.

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