28 de ago de 2012

Dica de Leitura + Resenha

Olá, meus caros! Há alguns meses atrás comentei o fato de ter comprado alguns livros na Feira que acontece na minha cidade anualmente e aqui estou para resenhar o livro Liberte Meu Coração, vamos lá?

Você encontrará a sinopse e alguns comentários sobre este livro aqui!


Minha opinião:


Este é o primeiro livro que tenho o prazer de ler da autora, tão elogiada por inúmeros leitores.
Ação e romance é a mistura perfeita que dá um charme todo especial para Liberte Meu Coração. Fugindo da temática habitual, o romance de Meg Cabot poderia ser considerado feminista, já que temos Finnula, a donzela nada convencional, que faz o papel de heroína na história.
Confesso, depois de ler romances históricos mais bem estruturados e não voltados para o público juvenil, comecei a ler Liberte Meu Coração achando-o um tanto 'bobinho', fantasioso demais para uma história que se passava na Inglaterra do século XIII, mas você começa a esquecer esses detalhes com o apimentar da história. E como ela fica quente...
A bela capa inocente esconde cenas de um livro nada recomendado para a sua sobrinha de dez anos, apesar de ser bastante divertido.
A parte artística do livro está impecável, cheia de fontes e detalhes que dão um toque a mais, isso sem falar na lindíssima capa, felizmente mantida pela editora (sim, eu julgo o livro pela capa!).
Nos momentos finais, o livro dá uma reviravolta muito boa, que dá um toque de mistério ao tão clichê relacionamento deles. 
Liberte Meu Coração é mais uma dessas estórias que deveriam ser transformadas em filme.  Este não é um daqueles livros indispensáveis, mas vale a pena ser lido.

27 de ago de 2012

Um dia...
"...Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem. Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela... 
Um dia nós percebemos que as mulheres têm instinto "caçador" e fazem qualquer homem sofrer ... 
Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável...
Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples... 
Um dia percebemos que o comum não nos atrai...
Um dia saberemos que ser classificado como "bonzinho" não é bom... 
Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você... 
Um dia saberemos a importância da frase: "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas..." 
Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso...
Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais... 
Enfim... 
Um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para beijarmos todas as bocas que nos atraem, para dizer o que tem de ser dito... 
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras...
Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação."

25 de ago de 2012

Que tal assistir?


Para fugir um pouco das comédias românticas, trago um drama para este fim de semana: Sobrevivendo com Lobos. Que tal assistir?

Sinopse: 1942, Bruxelas. A menina Misha, de sete anos de idade, começa uma viagem desesperada para escapar dos nazistas e encontrar seus pais. Sozinha, traumatizada, terrivelmente vulnerável, sua salvação chaga de forma de uma família de lobos, que a adota. Um amor único e poderoso se desenvolve gradualmente entre a menina e seus protetores. Misha passa por muitos episódios - alguns trágicos, alguns engraçados - mas todos intensamente comoventes. Os lobos vão ajudar a menina a sobreviver e dar-lhe forças para continuar sua missão.


24 de ago de 2012

100 seguidores + Seja bem-vinda, Carol!

Gostaria de agradecer, primeiramente, todos (as) que visitam, comentam e gostam (por que não?) do Primeiros Erros! Valeu mesmo galera! 
Eu poderia ser piegas e ficar aqui falando sobre quanto isso é importante, mas não, farei algo melhor. Quero apresentar a nossa nova postadora/co-autora do blog, a senhorita Carol (minha melhor amiga desde... de sempre, na realidade) que passará a colaborar com o blog.

E agora, para iniciar essa nova fase, a Carolzitcha irá fazer o 'Que tal assistir?' de amanhã.
Beijos, meus anjos. E obrigada, novamente.

22 de ago de 2012

Dica de Leitura + Resenha

Não é segredo para ninguém o fato de eu amar a cronista Martha Medeiros. Depois de ler Doidas e Santas, passei a me interessar cada vez mais pelo trabalho dela. E desta vez, falaremos do livro Divã.







Sinopse:


Divã conta a história de Mercedes - uma mulher com mais de 40, casada, filhos - que resolve fazer análise. O que começa como uma simples brincadeira acaba por se transformar num ato de libertação; poético, divertido, devastador.


Minha opinião: Se você já assistiu o filme de mesmo título saberá do que estou me referindo. Tão divertido quanto, Divã conta a história de Mercedes, uma mulher de 40 anos que é completamente parecida com as jovens de 20 e com as senhoras de 80. Tive um certo receio quando comecei a lê-lo, achando que este era mais um livro dedicado às crises de meia idade, mas contrariando todos os meus pré-conceitos, Martha Medeiros me pasmou mais uma vez. Sua capacidade de transferir para o papel os segredos mais ocultos do devaneio feminino de qualquer idade é excepcional. Eu ri com as situações, senti o coração apertar em determinados instantes e me peguei, diversas vezes, pensando: "Eu já fiz/pensei isso!" 

Cada novo capítulo traz uma nova consulta no divã, onde Mercedes expõe tudo aquilo que nunca teve coragem de dizer, e mesmo que inconscientemente, também dizia tudo aquilo que nós mulheres pensamos, todos os diálogos imaginados que nunca foram pronunciados, as descobertas que preferimos reservar para nós.
Acredito que a mensagem principal do livro seja esta: não se acomode! Busque o que você deseja, independentemente das opiniões alheias, e aceite-se, ame-se mais do que tudo.
Livro curto, daqueles que se lê 'num tapa só', descontraído, ousado, leve. Nem preciso dizer que está mais do que indicado;

“Nunca assisti a um atropelamento. Nunca ganhei um concurso. O que vivi até agora hoje foi o que costuma ser vivido por todos, não houve nada exótico em minha vida, como não há na vida da maioria das pessoas. Tive um número restrito de experiências, todas bastantes previsíveis, mas enquanto eu estiver em movimento dentro do tempo que me foi dado viver, nenhuma idéia ou vivência poderá ser conclusiva."

Mais informações: aqui;

20 de ago de 2012

"O coração da mulher é assim, parece feito de palha, incendeia-se com facilidade, produz muita fumaça, mas em cinco minutos é tudo cinza que o mais leve sopro espalha e desvanece."

Memórias de Um Sargento de Milicias

19 de ago de 2012

Que tal assistir?

Não é mistério o fato de eu adorar o Adam Sandler, e é por isso que trago 'Golpe Baixo', brilhantemente estrelado pelo Adam e também por ninguém menos que Chris Rock! Que tal assistir?
Sinopse: Paul Crewe (Adam Sandler) é um ex-astro do futebol americano que, após ser pego dirigindo bêbado, vai para a penitenciária Allenville, uma das prisões mais duras do país. Ao chegar o diretor do presídio, Warden Hazen (James Cromwell), pede a Paul que monte um time de prisioneiros para que possa disputar uma partida de futebol americano com os guardas da prisão. Para atender o pedido Paul convoca Caretaker (Chris Rock), um negociante malandro que pode conseguir para ele os prisioneiros que quiser escalar. Juntos eles montam o Mean Machine, como é chamada a equipe formada pelos prisioneiros.

16 de ago de 2012

Dica de Leitura + Resenha

Olá! Meus anjos, tudo bem? Primeiramente gostaria de ser um tanto egocêntrica e desejar para mim mesma um feliz aniversário haha .  Agora vamos ao que interessa, quem conhece A Conspiração Franciscana do autor John Sack?


Sinopse:

Em 1230, a Ordem dos Franciscanos dissimulou os estigmas da pele de São Francisco de Assis e escondeu o lugar exato de sua tumba, que só seria descoberta 600 anos depois. Que segredo terrível e ameaçador a Igreja desejava ocultar?Traduzido para mais de vinte países, A conspiração franciscana é uma obra de ficção baseada em fatos reais que prende o leitor do começo ao fim. Pouco antes de morrer, frei Leo, um grande companheiro de São Francisco, escreve uma carta de despedida para seu amigo Conrad e esconde nos ornamentos do pergaminho uma mensagem que faz referência a acontecimentos misteriosos da vida do santo. Preocupado com as possíveis implicações políticas e religiosas da carta, Conrad abandona seu isolamento nas montanhas e atravessa a Itália para encontrar explicações. Que motivação estaria por trás da atitude de frei Leo? E por que mandara uma mensagem cifrada? Ao buscar respostas, Conrad descobre uma armação de altos membros do clero para proteger um segredo que poderia destruir a Ordem e abalar os alicerces da Igreja Católica, colocando em risco sua vida, seus votos e sua própria fé. Numa trama cheia de suspense, romance e aventura, A conspiração franciscana conduz o leitor por histórias paralelas que pouco a pouco vão se cruzando e revelando conexões surpreendentes.

Minha opinião:

Mergulhei nesta leitura cheia de expectativas. Após ter lido  Papisa Joana e simplesmente amado, acreditei que A Conspiração Franciscana me surpreenderia tanto quanto o outro livro. E me surpreendeu, negativamente, é claro.
O início da história é bastante parado, a história começa a se desenrolar mais rapidamente a partir do momento que Amata conta a Conrad a história da sua vida, mas antes disso decorrem dezenas de páginas insípidas. 
Acredito que o foco do autor foi se perdendo com o tempo, em determinados momentos o leitor até esquece qual era o propósito inicial do livro. Mesmo assim, é bom ler as palavras de John Sack, ele descreve os ambientes e os personagens de um jeito todo particular, além do fato de podermos acompanhar o amadurecimento de todos os personagens, a ampliação dos seus horizontes e a quebra de diversos dogmas.
O desfecho foi decepcionante, garanto desde já. Morno, sem sal. Você acaba a leitura e se pergunta: era isso? Só isso? Cadê o clímax?
Como já comentei, existe um trabalho de pesquisa por trás realmente encantador que enriquece o livro generosamente, e assim como a obra de Donna Woolfolk Cross, a trama é todo envolta por um véu histórico que remete à Idade Média (confesso:  sou apaixonada por essa temática), porém este não é um motivo totalmente válido para a leitura. 
Vontade é mais do que necessária para ler este livro, mas se você gosta de tramas reflexivas: a dica está dada.

Mais informações: aqui!

13 de ago de 2012

A minha criatividade está um tanto inerte e então resolvi criar um playlist, para ser mais exata, um flash back. Espero que vocês recordem-se e divirtam-se tanto quanto eu. Aperte o play!


8 de ago de 2012

Dica de Leitura + Resenha

Há algum tempo atrás, muito tempo para ser mais precisa, eu indiquei o livro A Última Música, entretanto, faltava-me vontade para escrever uma resenha sobre ele, haha, e é por isso que estou aqui! Vamos lá?

Nicholas Sparks - 397 páginas - Editora Novo Conceito

Você encontrará a sinopse aqui!

Minha opinião: Comovente é a palavra que resume este livro. Nicholas Sparks tem a capacidade de recriar contos de fadas modernos, introduzindo pessoas normais (ou talvez nem tão normais assim), indivíduos com defeitos, que aprendem com os tropeços e buscam a felicidade. 
A Última Música conta a história Ronnie, uma garota um tanto rebelde que visita seu pai durante as férias de verão e conhece Will, simplesmente o mais cobiçado partido da pacata cidadezinha à beira mar. Até aí nada inconvencional, não é? Pois bem, aqui encaixaremos a parte do rancor de Ronnie pelo pai, que divorciou-se há alguns anos. Desde então, a garota jamais digeriu tal acontecimento, até o momento que, diante de um obstáculo que não poderia ser desviado, ela aprende na prática a lição principal de inúmeras doutrinas: o perdão.
De início, tem-se a impressão de que se trata de mais um desses romances dramáticos clichês que nos é empurrado garganta abaixo diariamente, através de livros e principalmente filmes (para quem assistiu a adaptação deste livro para o cinema, aconselho: leia-o e surpreenda-se), porém ele tem 'um quê' enternecedor que torna o livro diferente dos habituais, mas é claro, não contarei qual é. Repito: leia-o! 
Poucas vezes um livro me fez chorar tantas vezes quanto A Última Música. É um livro um tanto proceloso, cheio de reviravoltas, que retoma a velha conversa sobre o que é o amor e o valor da remissão nas nossas vidas.  Recomendo!

Fonte/mais informações: 

6 de ago de 2012

"Cara mia,
Os dias estão cada vez mais longos, menos por causa do solstício que se aproxima e mais pela distância que nos separa. Você está sempre em meus pensamentos. Sonho com a menina de tranças cor do ébano, com a mulher na clareira, o sol brincando em seus cabelos.  [...]

Embora os dias estejam ficando mais quentes por aqui, são gélidos se comparados com o fogo que arde no meu peito. E pensar que um dia lamentei ter perdido a oportunidade de ir conquistar tesouros na China, enquanto um tesouro muito maior estava escondido na cidade em que nasci. Todas as noites agradeço a Deus a boa sorte de tê-la encontrado. Antes, sonhava em nadar nos lagos de águas claras do mundo, agora quero somente banhar-me e divertir-me nos lagos profundos dos seus olhos. [...]
Enquanto não chega esse momento, não se esqueça de seu criado solitário e reze por mim, sabendo que serei sempre
Innamorato tuo,
Orfeo"







(A Conspiração Franciscana - John Sack)

5 de ago de 2012

Que tal assistir?

Comemorando meu aniversário antecipadamente, trago para vocês um dos meus filmes favoritos. O Invisível, apesar do título, é um ótimo filme que mistura drama, suspense, e porque não, amor;
Sinopse: Nick Powell (Justin Chatwin) tem um futuro brilhante até ser brutalmente atacado, abandonado e dado como morto. Ele agora se encontra no limbo, um local intermediário entre os mundos dos vivos e dos mortos. Completamente invisível para os vivos, Nick precisa descobrir o que aconteceu com ele e o motivo pelo qual foi atacado.
Fonte: aqui!

3 de ago de 2012

Teenage Dream



Agosto, com A de amor e também de adeus.
A chuva de agosto que agora bate na minha janela é a mesma que molhou meu rosto em janeiro. Tantas coisas aconteceram desde então, tanto foi dito, tanto foi sonhado...
O que me resta, mera mortal maleável às mãos do destino, é esperar, e como dizem, "que seja doce"



1 de ago de 2012

Dica de Leitura + Resenha

Música e livros, quem não gosta? É por isso que hoje trago "Lonely Hearts Club –  Porque ninguém precisa de um namorado para ser feliz" da americana Elizabeth Eulberg


Sinopse:
Penny Lane Bloom cansou de tentar, cansou de ser magoada e decidiu: homens são o inimigo. Exceto, claro, os únicos quatro caras que nunca decepcionam uma garota — John, Paul, George e Ringo. E foi justamente nos Beatles que ela encontrou uma resposta à altura de sua indignação: Penny é fundadora e única afiliada do Lonely Hearts Club — o lugar certo para uma mulher que não precisa de namorados idiotas para ser feliz. Lá, ela sempre estará em primeiro lugar, e eles não são nem um pouco bem-vindos. O clube, é claro, vira o centro das atenções na escola McKinley. Penny, ao que tudo indica, não é a única aluna farta de ver as amigas mudarem completamente (quase sempre, para pior) só para agradar aos namorados, e de constatar que eles, na verdade, não estão nem aí. Agora, todas querem fazer parte do Lonely Hearts Club, e Penny é idolatrada por dezenas de meninas que não querem enxergar um namorado nem a quilômetros de distância. Jamais. Seja quem for. Mas será, realmente, que nenhum carinha vale a pena? “Leitura imperdível para qualquer pessoa que já esteve apaixonada... ou que jurou nunca mais fazer isso de novo.” Stephenie Meyer, autora de Crepúsculo


Minha opinião:
Desde já vou avisando: aqui está uma amostra de um livro totalmente teen. Não espere nada muito elaborado nem uma trama muito complexa. A capa é extramente linda, isso ninguém pode negar, e talvez tenha sido esse o motivo pelo qual adquiri-o. Quanto a parte gráfica, a editora caprichou sem dúvida alguma. Quem tiver a oportunidade de folhear este livro entenderá o que afirmo.

A autora Elizabeth Eulberg teve uma sacada muito boa quando misturou música à literatura juvenil, temas bastante apreciados por este público, mas a grande glória da escritora vou trazer de volta os inesquecíveis Beatles, os meninos de Liverpool que conquistaram gerações inteiras com certeza motivaram grande parte dos leitores a buscar suas músicas, conhecer a sua história e, isso sim, é algo admirável. Apesar do título, não trata-se de nenhum livro de auto-ajuda, mas nos faz refletir sobre dois assuntos interessantíssimos: o "nunca diga nunca mais" e o auto-conhecimento como um todo. 
Penny Lane é  como toda, ou quase toda   adolescente, cheia de decepções amorosas, e o livro conta exatamente isso, a história de uma garota que funda um grupo chamado Lonely Hearts Club, com a ideia de que nenhuma mulher necessita de um namorado para ser feliz, para se sentir realizada e, por que não, desejada.
O livro é todo regado de trechos e citações das músicas dos quarteto inglês que dão um grande charme à obra, apesar do conteúdo não ter nada de muito inovador. É um livro leve, daqueles que dão margem para boas gargalhadas.
Se você gosta dos Beatles e de livros 'água-com-açúcar', certamente gostará deste também.